quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

A IMORTALIDADE

Fica aberta a questão se o ser humano tinha uma imortalidade ontológica, ou condicional. Aparentemente sua imortalidade estava condicionada a comer do fruto da árvore da vida. Quando caiu no pecado, o acesso à árvore da vida foi impedido pelo querubim com a espada flamejante (cf. Gn 3.24), para que o homem e a mulher não comessem deste fruto e vivessem eternamente (cf. Gn 3.22). Estes textos sugerem que a imortalidade era condicional e que foi perdida pelo pecado.

Esta imortalidade, a vida eterna, é devolvida ao ser humano quando se converte a Jesus Cristo. Jesus, em João 6, falou que ele era o “pão da vida” e quem comesse desse pão não morreria, viveria eternamente (cf. Jo 6.33, 48- 51). Ele estava fazendo uma analogia com o maná que sustentou os israelitas no deserto (cf. Jo 6.31-33). Todavia, é possível perceber outra sutil analogia entre a palavra de Jesus sobre o comer o pão da vida e viver eternamente e a árvore da vida.

Jesus disse: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne” (Jo 6.51). A “árvore da vida” está novamente plantada no meio da humanidade. 

A espada flamejante do querubim assumiu a forma da cruz. Jesus é a “árvore da vida” e quem comer de seu fruto tem a vida eterna, não morrerá eternamente (cf. Jo 6.50-51; 11.25-26).



Fonte: https://revista.batistapioneira.edu.br/index.php/rbp/article/view/272 

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Observação: Não concordamos com a posição do autor no texto integral acerca da autolimitação da soberania de Deus. Como reformados. entendemos que a Soberania Divina nunca é autolimita.

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