Uma das razões pelas quais Deus instituiu o batismo e a Ceia é porque conhece a fragilidade da nossa fé. Se tudo dependesse da intensidade das nossas emoções, viveríamos à deriva. Por isso, Deus vinculou suas promessas a sinais visíveis e palavras audíveis.
O batismo não é apenas uma lembrança de um dia importante. Ele é um sinal da promessa de Deus: “Eu serei o teu Deus em Cristo.” A Ceia não é apenas um memorial psicológico; é a renovação da mesma promessa, o anúncio contínuo do corpo entregue e do sangue derramado por nós.
Quando a consciência acusa, o cristão não precisa procurar primeiro dentro de si mesmo por sentimentos suficientes. Ele pode lembrar: Deus colocou seu nome sobre mim no batismo. Deus continua falando na Palavra. Deus me convida à mesa de Cristo.
Isso desloca o centro da certeza. A pergunta deixa de ser “minha fé é forte o bastante?” e passa a ser “Deus é fiel ao que prometeu?” E a resposta do evangelho é sim.
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